"Unidos pela região" junta dois grupos :: Notícias :: Jornal Mais Oeste Online
Jornal de Caldas e Rádio Mais Oeste
Tive a honra de testemunhar a assinatura desta parceria e estou plenamente convencido que uma comunicação social forte, independente e empenhada no desenvolvimento regional trará um grande contributo para a vida de todos os "Oestinos"
Armando Fernandes
Business Coach
sábado, junho 30, 2012
quinta-feira, junho 21, 2012
Planear e controlar a empresa com um Orçamento
Planear e
controlar a empresa com um Orçamento
“O senhor poderia dizer-me, por favor, qual o
caminho que devo tomar para sair daqui?”
“Isso depende muito de para
onde você quer ir”, respondeu o Gato.
“Não me importo muito para
onde…”, retrucou Alice.
“Então não importa o caminho
que você escolha”, disse o Gato.
“… contanto que dê em algum
lugar”, Alice completou. (…)
(Diálogo entre o gato Cheshire e Alice – retirado
do livro “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carrol)
Tenho verificado que existem muitas empresas e empresários, que têm um
comportamento parecido com o da Alice. Não sabem para onde querem ir nem o que
caminho de devem tomar.
Poucos são os empresários que organizam um plano de negócios, muitos
dizem “estou muito ocupado para planear…”, e a mensagem que leio é de que está demasiado
ocupado por não planear.
Um Plano de Negócios é um dos instrumentos de trabalho mais importantes
para um empresário que queira controlar o seu destino, por ter o poder de
possuir um documento com as linhas de orientação estratégica que lhe traça o
caminho para onde ele quer ir.
O Plano de Negócios é um documento que congrega a missão, visão,
crenças, resultados, estratégias, objectivos e tácticas das actividades da
empresa e sistematiza a informação necessária para a sua concretização, é
também uma ferramenta de previsão, antecipação e resolução de problemas.
Existem dois tipos de planeamento. O de longo prazo, normalmente com
objectivos estratégicos, e o de curto prazo normalmente com fins táticos.
O plano estratégico é, para a empresa, como um todo, mas o plano
táctico descreve como os sectores irão concretizar os objectivos traçados e as
metas estratégicas.
Todas as pessoas da empresa devem trabalhar como uma verdadeira equipa
convergindo para que se atinja o destino planeado. O papel do empresário é o de
capitão dessa equipa, definindo objectivos e controlando de forma
efectiva os resultados obtidos.
Controlar uma empresa é fundamentalmente medir e testar o seu progresso
face aos planos, e assim analisar de forma comparativa o que vai acontecendo
face ao que foi planeado. Para isso deve controlar:
·
a evolução económica ( custos e proveitos);
·
a tesouraria;
·
o tempo;
·
a produção;
·
a pessoas
·
o marketing
·
as vendas
·
os processo de distribuição.
Estes sistemas de controlo são fundamentais para que haja consistência
no negócio.
Um orçamento é o instrumento de gestão que está subjacente ao processo
de planeamento e controlo no âmbito do negócio, porque com um orçamento
prevemos onde queremos aplicar o dinheiro, tendo como base as expectativas de
rendimentos futuros.
O orçamento empresarial fornece o mecanismo para assegurar a correcta
medição dos custos e controle das actividades da empresa. Ao mesmo tempo, ele
expressa, em termos financeiros, as estratégias e tácticas da empresa, ajudando
a medir os resultados.
Prever o futuro geralmente é uma tarefa difícil e desagradável. O
futuro, é um alvo móvel e um adequado planeamento e controle orçamental devem
reflectir incerteza e risco. Um controlo de execução do que foi planeado permite
ao empresário e à sua equipa saber quais os resultados que estão a atingir, e
ajudar a modificar, melhorar e adaptar as tácticas que estão a aplicar.
Não devemos esquecer que uma empresa deverá ser uma máquina sofisticada
de fazer dinheiro, e que tem imensas responsabilidades sociais, para os
proprietários, empregados e fornecedores.
Concluo esta crónica com a célebre frase de (John L. Beckley “A maioria
das pessoas não planeia fracassar, fracassa por não planear.”
Armando Fernandes
Business Coach / Consultor de Negócios
quinta-feira, junho 14, 2012
BNI Referências - Torres Vedras
BNI Referências - Torres Vedras
O BNI REFERÊNCIAS é um grupo de dirigentes de empresas da região de Torres Vedras com sensibilidades idênticas que se reúne uma vez por semana num período de duas horas num ambiente estruturado para descobrir novas ferramentas, estratégias e ideias para o desenvolvimento do seu negócio.
O objectivo deste Grupo de Empresários da região de Torres Vedras:
É simplemente a maior Rede Empresarial, e a de maior sucesso a nível mundial.
Esta rede de negócios também se destina à formação de empreendedores, e visa interacção entre pares e a criação de alianças estratégicas.
É também um lugar onde, de forma continuada, os seus membros melhorarão e afinarão as suas competências de organização e gestão.
O QUE OBTEMOS NAS REUNiÕES DO BNI:
http://bnireferencias.blogspot.pt/
Armando Fernandes
O BNI REFERÊNCIAS é um grupo de dirigentes de empresas da região de Torres Vedras com sensibilidades idênticas que se reúne uma vez por semana num período de duas horas num ambiente estruturado para descobrir novas ferramentas, estratégias e ideias para o desenvolvimento do seu negócio.
O objectivo deste Grupo de Empresários da região de Torres Vedras:
- 1º Fazer Crescer os seus negócios;
- 2º Participar na filosofia do BNI "Givers Gain"
- 3º Desenvolver as suas competências como empreendedores e de Network
- 4º Tornarem-se mais activos no desenovlvimento regional
É simplemente a maior Rede Empresarial, e a de maior sucesso a nível mundial.
Esta rede de negócios também se destina à formação de empreendedores, e visa interacção entre pares e a criação de alianças estratégicas.
É também um lugar onde, de forma continuada, os seus membros melhorarão e afinarão as suas competências de organização e gestão.
O QUE OBTEMOS NAS REUNiÕES DO BNI:
- Maior visibilidade do negócio ...
- Melhores Conhecimento ...
- Maior Interactividade do negócio ...
- Mais Dinamismo...
- Usufruir da melhor ferramenta de marketing de boca ao ouvido ...
http://bnireferencias.blogspot.pt/
Armando Fernandes
Marcadores:
Empreendorismo,
Marketing,
Negócios,
Network
Lisboa, Portugal
R. Dr. Teresa de Jesus Pereira, 2560 Torres Vedras, Portugal
quarta-feira, junho 06, 2012
Palavras importantes para melhorar a liderança e produtividade no trabalho
Palavras importantes para melhorar a liderança e produtividade no trabalho
Mais de 60% dos trabalhadores não estão concentrados no
trabalho.
A sua mente está noutro lugar.
A maioria das vezes a culpa desta situação não é do
trabalhador!
O principal culpado é o dirigente que não sabe Liderar nem
Governar.
Por isso entendo que a liderança depende da atitude do líder
e no envolvimento e na capacidade de conduzir a equipa.
Um líder deve ser alguém que:
- conhece a equipa;
- sabe os valores individuais;
- sabe fazer-se respeitar;
- conhece e define e controla as regras do jogo;
- sabe como utilizar o tempo e orienta a equipa para os resultados desejados.
- Por isso deve usar algumas palavras chave para melhorar a comunicação com os colaboradores e ensinar a equipa essas palavras:
- As seis palavras mais importantes: ADMITO QUE VOCÊ COMETEU UM ERRO!
- As cinco palavras mais importantes: VOCÊ FEZ UM BOM TRABALHO!
- As quatro palavras mais importantes: QUAL A SUA OPINIÃO?
- As três palavras mais importantes: DO BOM GRADO!
- As duas palavras mais importante palavras: - MUITO OBRIGADO
- A palavra mais importante: NÓS
- A palavra menos importante: EU
Armando Fernandes
segunda-feira, junho 04, 2012
A minha organização dos papeis - para melhorar a produtividade!
Sou desorganizado por natureza, nomeadamente no que diz respeito a papeis!
Hoje vou arrumar os meus papeis e por isso decidi pensar durante uns minutos e para sistematizar e assim facilitar o meu trabalho e organização futura
Por isso vou começar pela minha secretária!
Hoje vou arrumar os meus papeis e por isso decidi pensar durante uns minutos e para sistematizar e assim facilitar o meu trabalho e organização futura
Por isso vou começar pela minha secretária!
Vou Organizá-la em função das minhas prioridades (IUPS):
- - Coisas Importante;
- - Coisas Urgentes;
- - Coisas Passíveis de delegação
- - Coisas Sem importância
Todos os documentos que vão chegar à minha secretária vão ser objecto de registo
de uma data, assim no futuro será mais fácil decidir quando se devo arquivar ou
mandar para o lixo o documento.
Vou guardar numa cesta o que não vou ter tempo para ler,
responder ou usar imediatamente.
Sempre gostei de papeis de papeis , livros, jornais e
revistas. Tenho muita pena da papelada, gosto de guardar tudo.
O facto é que se
não tiver cuidado para um dos próximos anos terei de fazer um grande festim
para os ratos!
Por isso vou criar uma nova regra!
Os documentos que durante o período de 90 dias não usei ou
li vou arquivá-los ou então vou
mandá-los para o lixo, pois não são relevantes.
O facto é que mais de 95% daquilo que tenho arquivado com
mais de um ano, não tive necessidade de consultar nem li.
Vou arranjar duas cestas, além do caixote de lixo (para
reciclagem de papel)
- Uma para documentos não lidos;
- Para documentos lidos, classificados e prontos a enviar para arquivo;
- Caixote do lixo – para reciclagem.
Institui que irei fazer sempre 3 coisas antes de sair do
escritório:
- Limpar a secretária;
- Planear as minhas actividades para o dia seguinte
- Registar o meu planeamento na agenda
De seguida vá-se embora, espero tornar-me n uma pessoa mais
livre da ditadura dos papeis!
Depois de ter escrito este texto imprimi-o, coloquei-o no painel frente à minha secretária e comecei a arrumá-la.
Torres Vedras, 4 de Junho de 2012
Armando Fernandes
Business Coach
terça-feira, maio 29, 2012
Os desafios do comércio tradicional Noticia no jornal "Badaladas"
Os desafios do comércio tradicional Noticia no jornal "Badaladas"
"Ciclo de debates “Mais Vida no Centro Histórico”
"Ciclo de debates “Mais Vida no Centro Histórico”
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sábado, maio 19, 2012
Diabetes - Retinopatia diabética pode levar à cegueira e pode ser evitada
Diabetes - Retinopatia diabética pode levar à cegueira e pode ser evitada
Junto artigo do Dr. José Henriques – Quem me operou e recuperou a minha visão. Pois estive efectivamente cego do Olho direito . Operação realizada em 8 de Março de 2011. Actualmente tenho a minha visão normal e um controlo eficaz da Glicémia!
Junto artigo do Dr. José Henriques – Quem me operou e recuperou a minha visão. Pois estive efectivamente cego do Olho direito . Operação realizada em 8 de Março de 2011. Actualmente tenho a minha visão normal e um controlo eficaz da Glicémia!
Publicado no Jornal do Centro de Saúde – Fevereiro de 2011
Retinopatia diabética pode ser evitada
Dr, José Henriques
sábado, maio 12, 2012
MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO - Economia e inovação social
Economia e inovação social
Por Armando Fernandes
Business Coach
MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO - Último debate
Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras
quarta-feira, maio 09, 2012
Como aumentar as vendas no Comércio Tradicional :: Notícias :: Jornal Mais Oeste Online
Tenho falado com alguns proprietários e quase todos estão apreensivos sobre o presente e o futuro dos seus negócios, e culpam a actual situação ao Mercado, ao Estado, às Grandes Superfícies, às Autarquias, às opções de compra das novas gerações,...
Quando lhes pergunto como exercem a sua influência através da participação cívica, quase todos me dizem que não têm tempo. Falam destas instituições com sendo Eles (Pronome pessoal – 3ª pessoa, plural) em vez de eu ou nós (Pronomes pessoais – 1ª pessoa).
Entendo que há qualquer coisa que tem de ser feito para viabilizar estes negócios, e acredito que cada proprietário deverá usar a sua inteligência e energia para se concentrar efectivamente no que é importante e estratégico para o seu negócio em vez de apresentarem razões para abdicação.
Não é novidade para ninguém que o Comércio Tradicional vive uma profunda crise.
As grandes superfícies estão em todo o País e cada vez mais próximas de nós.
Existem novos conceitos de comércio associados ao processo de Globalização e uso da Internet.
Isto são factos conhecidos por todos nós.
É também verdade que a politica comercial agressiva e o poder dos proprietários das Grandes Superfícies tem imposto uma quantidade de hipermercados e centros comerciais que ultrapassa em algumas localidades a capacidade da procura. Existindo superfícies comerciais perfeitamente desajustadas em relação aos habitantes e respectivo rendimento.
Há no entanto um facto evidente. Estas grandes superfícies e supermercados são estruturas altamente preparadas para o comércio, as vendas e são geridas de forma economicista, mas percebendo que os seus patrões são os consumidores e clientes em geral. Por isso há um enorme profissionalismo.
Ora contra factos estes factos o que deve fazer o Comércio Tradicional? Há que criar argumentos!
Por isso devemos pensar em colectivo e deixar o “muro das lamentações” ocasionados pelos infortúnios, e perceber estes grandes espaços comercias são agradáveis, e que tem um conjunto enorme de vantagens para as pessoas, por terem ofertas de produtos, espaços para estacionamento e locais de diversão.
Juntando ainda o facto é que as suas vendas serem feitas em enorme escala, mas a guerra comercial fá-los neste momento deixarem de vender produtos e serviços para venderem DESCON TOS.
O Comércio Tradicional não tem as mesmas armas que estes gigantes, no entanto têm de modernizar a sua gestão, a sua organização, tornar a sua actividade mais profissional e fazer aquilo que é fundamental. Estar ao junto das pessoas, para encontrar as suas necessidades e satisfazê-las.
Também as autarquias têm um papel muito importante pois podem promover:
· Processos de reabilitação urbana;
· Criação de espaços pedonais;
· Criação de estacionamentos;
· Politicas de alojamento de pessoas nos centros históricos e comercias;
· Animação;
· Impedir a saída de serviços da Administração pública e Serviços Públicos das zonas centrais e históricas.
Mas também existem algumas coisas relativamente simples, que não necessitam de grandes investimentos que de forma definitiva podem gerar mais negócios no comércio tradicional, nomeadamente tudo o que tem a ver com a personalização da relação com o cliente.
Por isso, Sr. Comerciante proponho que trabalhe nestes 12 pontos para ter mais e melhores clientes:
1) Identifique os clientes correctamente:
Saiba que são os seus melhores clientes, que percentagem da facturação é gerada. Por outro lado, crie uma base de dados a informação necessária de forma que qualquer dos seus colaboradores, possam identificar imediatamente esse cliente.
2) Comunique permanentemente com os seus clientes:
Informe-os sobre as novidades que tem assim como da variedade de produtos e serviços. De vez em quando, mantenha uma conversa informal com ele, para conhecer melhor as suas necessidades e assim com mais facilidade podem propor-lhe outros produtos e serviços.
3) A oferta que faz ao cliente deverá ser útil e apropriada:
Os seus horários de funcionamento, o processo de entrega e distribuição deverão ser ajustado ao interesse e particularidades do cliente.
4) Pense nos interesses do cliente:
Tente perceber os interesses dos clientes e ajuste a sua oferta de bens e serviços às suas necessidades. Com esta percepção poderá criar alguns “mimos” e surpreender o cliente. Desta forma poderá alcançar uma relação sustentável e durável.
5) Prepare-se e prepare os seus colaboradores para conseguirem retirar mais resultados:
Lembre-se que um cliente insatisfeito comentará a situação dela com amigos, razão por que uma má imagem esparramar-se-á para além do que você imagina. Por outro lado, se estiver preparado juntamente com os seus colaboradores para vender é será mais provável que o cliente se identifique convosco, e assim comprar mais produtos ou serviços. Faça surpresas aos clientes expondo aprazivelmente os produtos e serviços, e apresentando de forma eficaz os benefícios e o prazer que o cliente obterá com eles.
6) Fale pouco e escute bem os clientes, faça perguntas:
A coisa mais importante porque um vendedor deve fazer é aproximar-se do cliente e conhecê-lo correctamente, e gerir esta aproximação de modo subtil, com perguntas abertas, onde facilmente se consegue perceber o que ele deseja e depois perceber qual o momento em que o cliinte se dispõe a comprar nosso produto ou serviço.
7) Tente perceber e entender as objecções do cliente, pois elas são a principal fonte de aproximação e a forma mais eficaz de conduzir à venda:
Quando alguém responder algo, quer no fundo apresentar uma convicção. Por vezes esta convicção é uma fuga. Por isso é necessário ouvir um pouco mais, dessa audição o vendedor ficará a saber muito mais e terá mais facilidade e ajudar o cliente a comprar.
8) Promova a empatia. Aproxime-se emocionalmente do cliente:
Sincronize a sua forma de proceder com a do cliente pois um clima de aproximação e diálogo corrente gera mais facilmente a compra.
9) Nunca, mas nunca, critique a concorrência:
Respeito e ética, junto com a honestidade ao fazer negócios, eles constituem a base de toda a relação sólida e durável.
10) Não discuta com o cliente:
Tente chegar a um acordo. A discussão só produz anticorpos, que cada um mantém sua postura e a aproximação é cada vez mais difícil.
11) Nunca minta. Seja honesto:
Para o curto espaço de tempo a mentira pode resultar mas a longo prazo o cliente ficará decepcionado, e quando isto acontece, adeus para a credibilidade.
12) O depois da venda:
A venda nunca termina quando um contrato for assinado. Continua com serviços de pós venda e/ou com o marketing. Deste modo não faz só uma venda, mas transforma-a em clientes duráveis e relações produtivas. Isto é muitas vendas!
Mais importante …. Seja Positivo ... e mantenha-se optimista!
Sorria!
Quando lhes pergunto como exercem a sua influência através da participação cívica, quase todos me dizem que não têm tempo. Falam destas instituições com sendo Eles (Pronome pessoal – 3ª pessoa, plural) em vez de eu ou nós (Pronomes pessoais – 1ª pessoa).
Entendo que há qualquer coisa que tem de ser feito para viabilizar estes negócios, e acredito que cada proprietário deverá usar a sua inteligência e energia para se concentrar efectivamente no que é importante e estratégico para o seu negócio em vez de apresentarem razões para abdicação.
Não é novidade para ninguém que o Comércio Tradicional vive uma profunda crise.
As grandes superfícies estão em todo o País e cada vez mais próximas de nós.
Existem novos conceitos de comércio associados ao processo de Globalização e uso da Internet.
Isto são factos conhecidos por todos nós.
É também verdade que a politica comercial agressiva e o poder dos proprietários das Grandes Superfícies tem imposto uma quantidade de hipermercados e centros comerciais que ultrapassa em algumas localidades a capacidade da procura. Existindo superfícies comerciais perfeitamente desajustadas em relação aos habitantes e respectivo rendimento.
Há no entanto um facto evidente. Estas grandes superfícies e supermercados são estruturas altamente preparadas para o comércio, as vendas e são geridas de forma economicista, mas percebendo que os seus patrões são os consumidores e clientes em geral. Por isso há um enorme profissionalismo.
Ora contra factos estes factos o que deve fazer o Comércio Tradicional? Há que criar argumentos!
Por isso devemos pensar em colectivo e deixar o “muro das lamentações” ocasionados pelos infortúnios, e perceber estes grandes espaços comercias são agradáveis, e que tem um conjunto enorme de vantagens para as pessoas, por terem ofertas de produtos, espaços para estacionamento e locais de diversão.
Juntando ainda o facto é que as suas vendas serem feitas em enorme escala, mas a guerra comercial fá-los neste momento deixarem de vender produtos e serviços para venderem DESCON TOS.
O Comércio Tradicional não tem as mesmas armas que estes gigantes, no entanto têm de modernizar a sua gestão, a sua organização, tornar a sua actividade mais profissional e fazer aquilo que é fundamental. Estar ao junto das pessoas, para encontrar as suas necessidades e satisfazê-las.
Também as autarquias têm um papel muito importante pois podem promover:
· Processos de reabilitação urbana;
· Criação de espaços pedonais;
· Criação de estacionamentos;
· Politicas de alojamento de pessoas nos centros históricos e comercias;
· Animação;
· Impedir a saída de serviços da Administração pública e Serviços Públicos das zonas centrais e históricas.
Mas também existem algumas coisas relativamente simples, que não necessitam de grandes investimentos que de forma definitiva podem gerar mais negócios no comércio tradicional, nomeadamente tudo o que tem a ver com a personalização da relação com o cliente.
Por isso, Sr. Comerciante proponho que trabalhe nestes 12 pontos para ter mais e melhores clientes:
1) Identifique os clientes correctamente:
Saiba que são os seus melhores clientes, que percentagem da facturação é gerada. Por outro lado, crie uma base de dados a informação necessária de forma que qualquer dos seus colaboradores, possam identificar imediatamente esse cliente.
2) Comunique permanentemente com os seus clientes:
Informe-os sobre as novidades que tem assim como da variedade de produtos e serviços. De vez em quando, mantenha uma conversa informal com ele, para conhecer melhor as suas necessidades e assim com mais facilidade podem propor-lhe outros produtos e serviços.
3) A oferta que faz ao cliente deverá ser útil e apropriada:
Os seus horários de funcionamento, o processo de entrega e distribuição deverão ser ajustado ao interesse e particularidades do cliente.
4) Pense nos interesses do cliente:
Tente perceber os interesses dos clientes e ajuste a sua oferta de bens e serviços às suas necessidades. Com esta percepção poderá criar alguns “mimos” e surpreender o cliente. Desta forma poderá alcançar uma relação sustentável e durável.
5) Prepare-se e prepare os seus colaboradores para conseguirem retirar mais resultados:
Lembre-se que um cliente insatisfeito comentará a situação dela com amigos, razão por que uma má imagem esparramar-se-á para além do que você imagina. Por outro lado, se estiver preparado juntamente com os seus colaboradores para vender é será mais provável que o cliente se identifique convosco, e assim comprar mais produtos ou serviços. Faça surpresas aos clientes expondo aprazivelmente os produtos e serviços, e apresentando de forma eficaz os benefícios e o prazer que o cliente obterá com eles.
6) Fale pouco e escute bem os clientes, faça perguntas:
A coisa mais importante porque um vendedor deve fazer é aproximar-se do cliente e conhecê-lo correctamente, e gerir esta aproximação de modo subtil, com perguntas abertas, onde facilmente se consegue perceber o que ele deseja e depois perceber qual o momento em que o cliinte se dispõe a comprar nosso produto ou serviço.
7) Tente perceber e entender as objecções do cliente, pois elas são a principal fonte de aproximação e a forma mais eficaz de conduzir à venda:
Quando alguém responder algo, quer no fundo apresentar uma convicção. Por vezes esta convicção é uma fuga. Por isso é necessário ouvir um pouco mais, dessa audição o vendedor ficará a saber muito mais e terá mais facilidade e ajudar o cliente a comprar.
8) Promova a empatia. Aproxime-se emocionalmente do cliente:
Sincronize a sua forma de proceder com a do cliente pois um clima de aproximação e diálogo corrente gera mais facilmente a compra.
9) Nunca, mas nunca, critique a concorrência:
Respeito e ética, junto com a honestidade ao fazer negócios, eles constituem a base de toda a relação sólida e durável.
10) Não discuta com o cliente:
Tente chegar a um acordo. A discussão só produz anticorpos, que cada um mantém sua postura e a aproximação é cada vez mais difícil.
11) Nunca minta. Seja honesto:
Para o curto espaço de tempo a mentira pode resultar mas a longo prazo o cliente ficará decepcionado, e quando isto acontece, adeus para a credibilidade.
12) O depois da venda:
A venda nunca termina quando um contrato for assinado. Continua com serviços de pós venda e/ou com o marketing. Deste modo não faz só uma venda, mas transforma-a em clientes duráveis e relações produtivas. Isto é muitas vendas!
Mais importante …. Seja Positivo ... e mantenha-se optimista!
Sorria!
quarta-feira, maio 02, 2012
Apresentação de Armando Fernandes - Business Coach ao BNI Referências em Torres Vedras
Apresentação de Armando Fernandes - Business Coach ao BNI Referências em Torres Vedras em 2 de Maio de 2012
segunda-feira, abril 30, 2012
Reinventar o Governo Local - 1 parte
Reinventar o Governo Local
Primeiro uma
declaração de princípios
Por acreditar que o problema da Governação local não
está nas pessoas que nele trabalham mas nos sistemas com que trabalham.
Por acreditar também que não é no liberalismo, nem no
Estatismo que está a solução.
Entendo que a solução está na reinvenção da forma de
governar localmente.
Por acreditar também na igualdade de oportunidades
para todos os cidadãos;
Entendo que equidade é um objectivo muito importante é
de justiça sendo fundamental para o êxito de um Concelho, duma região de um
País. Por isso os poderes públicos locais podem e devem cada vez mais ser
interventivos no processo de inovação, devendo eles também inovar nos seus
processos de organização e gestão.
Criar uma ruptura
Criar uma ruptura
É necessário criar uma ruptura com a forma de governo
local actual.
A governação local necessita de se ajustar a novas às
novas realidades, e com pensamentos e atitudes estratégicas redefinir qual o
seu papel.
A minha experiência de mais de 25 anos em que estive
ligado à consultoria, organização interna e económica da Autarquias, a leitura de muita literatura sobre gestão e
organização empresarial e a experiência destes últimos 5 anos como Business
Coach levaram-me à seguinte sistematização de ideias sobre como deve ser efectuada
a gestão do Governo Local:
a)
Ser orientador - Cada vez mais deverá procurar
identificar os problemas, para reunir
recursos com outros parceiros para os resolver. Empenhar-se cada vez mais em
juntar recursos privados e públicos para alcançar os objectivos da comunidade;
b)
Ser Catalisador
- O papel da Câmara Municipal é orientar estas instituições para o bom sentido,
catalisando as energias comuns e dando poder para que consigam resolver os seus
próprios problemas com o aumento da participação cívica.
c)
Ser
Facilitador;
d)
Governar
Dizia E.S. Savas "A palavra “Governo vem de um vocábulo grego que significa “navegar”. O papel do governo é navegar, não remar. Prestar serviços é remar, e o governo não é muito bom remador” (livro “Privatização a chave para um mundo melhor”)
Dizia E.S. Savas "A palavra “Governo vem de um vocábulo grego que significa “navegar”. O papel do governo é navegar, não remar. Prestar serviços é remar, e o governo não é muito bom remador” (livro “Privatização a chave para um mundo melhor”)
Como Governar? - Navegando ou
Remando?
Estamos num mundo em constante
mudança e as instituições públicas precisam de ter a flexibilidade para reagir à
complexidade das situações.
Esta flexibilidade não
é possível existir com os actuais modelos burocráticos.
Por isso é necessário
separar a arte de navegar (orientar o barco) das funções de prestação de
serviços (remar) (funcionários e empresas contratadas).
O grande mestre da Gestão – Peter Druker
afirma que as organizações bem sucedidas distinguem-se por terem devidamente
separados as decisões estratégicas das decisões operacionais.
Navegar requer
habilidades e pluridisciplinaridade uma vez que há que ter em conta os
objectivos estratégicos e os recursos são escassos.
Navegar é criar melhores métodos para atingir
objectivos.
Quem rema tende a defender a sua estabilidade
e por isso seria interessante começar a criar políticas de concorrência.
Baseadas na comparação da qualidade do serviço prestado e no controle dos
custos
O terceiro sector e a cidadania
Neste
momento existe o terceiro sector “Voluntário” e ou “organizações não
lucrativas”. É difícil criar uma designação para este sector, porque é composto
por organizações de natureza privada mas para satisfazer necessidades públicas.
A separação de Sectores (Público / Privado) é
uma forma objectiva de termos governos burocráticos como os que nos têm
governado.
Há serviços prestados pelo sector privado que
poderiam ser efectuados pelo sector público e vice-versa. A privatização
não é na maioria dos casos a solução!
Por
isso entendo que governo pertence à comunidade: dando responsabilidade ao
cidadão em vez de servi-lo. Uma solução moderna e adequada à actual sociedade é
transferir responsabilidades da burocracia para a Comunidade (reduzir o clientelismo
próprio da Burocracia).
Apoiar
cooperativas e Associações é colocar os interessados a participar na gestão e a
encontrarem as soluções. Reduzir a necessidade de novos funcionários, e efectivamente
a despesa pública.
Há
uma enorme diferença qualitativa nos serviços prestados pela comunidade e os
prestados por funcionários. As comunidades são mais flexíveis e criativas que o
burocrata, regem-se por outros códigos de conduta. Os paradigmas são
diferentes. As comunidades vêem os
problemas das pessoas e os burocratas vêem as pessoas com problemas;
A
Administração Local deverá aprender como delegar poderes transferir
competências. Saber a opinião, solicitar o contributo, democratizar o debate e
estimular que sejam encontradas soluções comunitárias em vez de soluções
paternalistas.
Vários tipos de Governação local
Existem
vários tipos de governação que conjuntamente levarão à criação de outros
paradigmas na Governação Local. Por isso caracterizo as seguintes formas de
governação:
a)
Governação
Competitiva;
b)
Governação
através de projectos e missões;
c)
Governação para resultados;
d)
Governação
para as pessoas;
e)
Governação
empreendedora;
f)
Governação
Preventiva;
g)
Governação
descentralizada; e
h)
Reinvenção
do Governação local – Governo Empreendedor em tempos de mudança;
Entendo
que a primeira acção para esta Reinvenção do Governo local está na atitude dos
Membros da Câmara Municipal. Se querem ser Navegadores (os que orientam o
barco) ou Remadores (que o fazem mover)?
Torres
Vedras, 30 de Abril de 2012
Armando
Fernandes
Business
Coach / Consultor de Negócios
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