quarta-feira, setembro 12, 2012

Investir melhor o meu tempo

Investir melhor o meu tempo

Não é possível falar com ele, está em Reunião.
O principal serviço que produzimos tem um nome "REUNIÃO" Num estudo que li recolhi a informação de que nas empresas cerca de 4% do tempo era utilizado em reuniões e nos Serviços Públicos 8%.
Gostaria de saber qual o peso deste Serviço no Produto Interno Bruto (PIB).
Aceito prognósticos!

Avaliar se a reunião que vamos ter é uma despesa é o melhor método para nos apercebermos se a devemos realizá-la.

Qualquer reunião deverá ser entendida como um INVESTIMENTO.
Gasto X tempo mas irei ganhar Y (dinheiro, tempo, notoriedade, equipa, etc.)

Por isso devemos pensar em soluções alternativas quando nos empurram para uma reunião!

Armando Fernandes
Business Coach

terça-feira, setembro 11, 2012

Retorno de como investimos o nosso tempo


Como Gerir o Tempo

A maioria empresários que conheço não conseguem gerir o tempo.
Passam a vida correr, não contratam os profissionais necessários, e em nome da economia realizam muitas tarefas técnicas.
Com este tipo de atitude é difícil de crescer porque não há tempo para nada.
O empresário para além de ser dono do seu negócio deverá ser proprietário do seu tempo.
O tempo é um património limitado e por isso todos os minutos contam.
Antes de realizar uma tarefa sugiro que faça a seguinte pergunta:
Qual o melhor Retorno em Investimento que obtenho com esta tarefa?

quarta-feira, setembro 05, 2012

Bancos continuam com as mesmas práticas e fazem brincadeiras de mau gosto!

A semana passada fui contactado 2 vezes pelo Call Center do Banco Barklays. Hoje quarta-feira recebi o segundo contacto desta semana.
Na semana anterior foi do Citty Bank e do Santander Totta. No mês de julho recebi também várias chamadas de outros bancos.
Todos eles queriam vender-me cartões de crédito! Todos os cartões tinham imensas vantagens para   os seus utilizadores.

Informei todos estes Srs. e Sras , bons profissionais do telefone, altamente preparados para vender que não estava interessado em Cartões de Crédito!

Informei-os que estava disponível para receber no  meu escritório um responsável pelo Banco para ajudar empresas e empresários que tem a sua actividade quase  parada por dificuldades de tesouraria.

Alguns pela pequenez do seu negócio necessitam de 10.000 a 25.000€ para conseguirem comprar matérias primas e produtos que tem possibilidade de colocar rapidamente no mercado e realizarem mais valias.

O facto é que nenhum dos meus interlocutores tinha capacidade de transmitir a minha mensagem aos dirigentes do banco.

Percebi também que estes profissionais do telefone ganham à comissão e tem vencimentos equivalentes ou inferiores ao ordenado mínimo nacional.

Pedi-lhes desculpa e indignado tive de os informar que interpretava aquela chamada como  brincadeira de maus gosto, rasando a pornografia e falta de respeito por todos os Portugueses que estão sofrer e a pagar a crise criada pela usura da especulação financeira feita por estes mesmos Bancos!

É verdade que eles não tem condição de fazer chegar a minha indignação ao Gestores dos bancos, mas eu sinto o dever de expressar a minha opinião!

Armando Fernandes
Business Coach

domingo, setembro 02, 2012

O que os clientes gostam - 3


             Continuando as notas de leitura ao livro de Harry Beckwith “What clients love – a field guide to growing your business”
            O autor fala-nos de blocos de construção de relação, baseados em Comunicações Claras.
            Diz-nos que estamos na era da informação e com uma sobrecarga de opções.
            Nos anos setenta tínhamos poucas opções de escolha. Hoje em dia, simplesmente com um telefone e suas funções infinitas como pesquisa, chamadas em espera, reencaminhamento de chamadas, identificador de chamadas, correio eletrónico, etc. e porque a mente das pessoas está cheia de informações e opções a mensagem que temos de transmitir tem de ser clara simples e visual.
           Informação rápida:
  • Que imagem usa para transmitir a sua mensagem?
  • Consegue criar a expectativa de que é confiável e qualificado?
  • A publicidade que produz distingue-o dos outros?
  • Os seus materiais são feitos com a melhor qualidade?
  • Consegue dominar a arte de criar uma grande primeira impressão?
  • Não crie estereótipos negativo?
  • Simplifique tudo. Crie mensagens simples e claras. Coloque as pessoas confortáveis com clareza e simplicidade
  • Faça chamadas a frio (cold calls).
  • Coloque os jornais a rádio ou na TV a falar de si.
  • Faça publicidade.
  • Um artigo pode levar a um longo caminho. Editores dos jornais locais estão sempre à procura de material para preencher o espaço.
  • Seja um escritor profissional, numa revista, ou num blog digo eu! É um ´serio investimento no seu público e de relações públicas!
  • Obtenha depoimentos, mas cuidado com eles. Só funcionam se a pessoa tem testemunho credível e autoridade.
  • Evite o uso de palavras como de classe mundial, certificada ISO, qualidade superior. Em vez disso, substituí-as com provas.
  •  Evite superlativos. Evite clichés, utilize o discurso direto.
  • Seja específico. A chave é ser breve. As pessoas querem a sua informação rápida e direta.
  • Deve descrever o que o faz diferente e excelente, em 25 palavras ou menos.
  • Prepare uma mensagem que todos percebam, edite-a e reescreva-a até o conseguir
  • Verifique se o seu modelo de campanha é o da vodka Absolut. Simples, visual, implícita, diferente, e obsessivo. “Absolut brilliance”.

Armando Fernandes
Business Coach

“O que os clientes gostam” – 2


“O que os clientes gostam” – 2
Continuando a leitura do o livro do Harry Beckwith “What clients love – a field guide to growing your business” existem mais algumas reflexões do autor que gostaria de compartilhar.
 Neste livro Harry Beckwith manda-nos esquecer a  "declaração de missão / visão", que está afixada na parede do escritório, à qual ninguém presta verdadeiramente atenção. Pois é uma simples declaração de propósitos.
Sugere que se renomeie missão e que a apresentemos como uma “paixão”, ou  “ nosso motivo de trabalharmos todos os dias”. Indica também que não deverá ser só sobre ganhar dinheiro! Deverá também apresentar uma indicação poderosa e ambiciosa para atrair clientes e inspirar funcionários e que por si própria coloque a empresa a produzir resultados.
Sugere também que se comunique melhor a visão e que seja transmitida uma ideia forte e firme, como JFK o fez quando afirmou “A América vai colocar o homem na Lua”.
Se toda gente se sentir confortável com esta ideia de visão, o êxito não está garantido. A ideia tem que criar algum desconforto para obrigar pessoas a reagirem.
Constata o autor que as pessoas são mais honestas quando falam ao telefone, porque nós não estamos a vê-la. Compara a situação como se a pessoa estivesse num confessionário. Por isso sugere que falemos com os clientes ao telefone pois conseguimos obter uma visão melhor sobre os nossos serviços.
Sugere também que façamos leituras de clássicos e das suas obras pois elas dão-nos indicações muito fortes sobre a natureza humana e assim conseguimos entender melhor os nossos negócios.
Explica também que a Internet para a maioria dos negócios é simplesmente uma ajuda, não é a resposta. Dizendo que se a empresa não foi concebida para realizar negócios na Internet não deve esperar daí grandes resultados directos. Completa dizendo que para nove em cada dez empresas, a Internet é um cliente!
A comunicação electrónica nunca  irá substituir o contacto directo, e o que interessa são as pessoas! 
A Internet leva-nos a negligenciar os relacionamentos, e os negócios fazem-se de relações!
Nos próximos dias colocarei neste blog mais algumas notas de leitura deste livro! 
Armando Fernandes
Business Coach

"O que os clientes gostam" - 1



"Tudo o que você pode fazer, ou sonhar, comece. Ousadia tem genialidade, poder e magia. Comece agora. " Goethe

Nota de leitura do livro de Harry Beckwith “What clients love"  - (1)
Estou lendo o livro de Harry Beckwith “What clients love – a field guide to growing your business”
Caro empreendedor vale a pena ler este livro que começa com a seguinte questão:

  • Será o seu negócio possível? Terá o seu negócio êxito?
  • Primeiro tente responder à seguinte pergunta:  - O que é que as pessoas gostam?

Não é importante o que os clientes dizem que querem. A verdade é que os clientes na maioria das vezes não sabem o que querem!
O que é importante é que o empresário faça perceber aos clientes que aquilo que tem para oferecer é exactamente aquilo que eles querem.
Explica Harry Beckwith que nenhum cliente pensou que precisava do multibanco e cartões de crédito, da Disneylândia , dos telemóveis. Estes produtos e conceitos foram criados por empresários brilhantes que pensaram que as pessoas adorariam ter estes produtos ou serviços e criaram-nos para os clientes os usarem e adrorarem.
Transmite também algumas ideias de como devemos desenhar os nossos projectos empresariais:     
  •  Manda-nos ponderar sobre a forma de como faríamos concorrência ao nosso negócio, depois desta ponderação conseguiu identificar uma fraqueza. Se quizer melhorar o seu negócio elimine essa fraqueza!      
  • Manda-nos fazer esta pergunta a nós próprios. “Se eu começar do zero, o que é que faria diferente?”
  •  Mostra-nos que o valor de planear está no processo de planeamento pois ele ensina-nos muito sobre os colaboradores, clientes e mercado!
  • Manda-nos encontrar o “white hot center”. Existem especialistas, editores de opinião, pessoas com poder e influência que tem capacidade de criar seguidores e conseguem ditar as escolhas aos clientes. Use-os.
Depois apresenta-nos os seguintes 14 Princípios de Planeamento:
1.     Esqueça o futuro. Temos previsões e profecias, podem não ser verdadeiras! As pessoas pensavam TV eliminaria a necessidade de rádio. Não aconteceu! Devemos planear nas nossas previsões e de acordo com aquilo que entendemos que as pessoas irão adorar.
2.     Pare de ouvir. Os homens não admitem que choram! As pessoas não se revelam facilmente  O público do sexo masculino nunca vai admitir que derramar lágrimas. Quando fazemos pesquisas ao mercado devemos olhar para aquilo que não é visível!
3.      Celebre a loucura. Porque é que as pessoas ficam uma noite inteira sentadas a ver um reality show? A sua ideia pode parecer tola , por ser tola é que funciona!
4.     Resistir autoridade. Coloque 8 pessoas em uma sala e veja como a personalidade Alfa se assume. Se você é um Alfa, deverá aprender a ouvir pois os outros tem também ideias;
5.     Olhe para os especialistas com cepticismo;
6.     Cuidado com as pesquisas científicas de mercado, elas raramente revelam o que os clientes realmente gostam;
7.     Desconfie da  sua experiência e memória. Às vezes, nós lembramo-nos de coisas que nunca aconteceram. Noventa por cento das testemunhas oculares de crimes transmitem dados errados;
8.     Confiança e desconfiança. Não permita que as convicções de outras pessoas fortes o influenciem. Eles usam a confiança como ferramenta de persuasão;
9.     Evite  a perfeição. Busque a excelência profissional;
10.   O senso comum vai mantê-lo longe de problemas, mas romper requer imaginação.
11.   Abrace impaciência. As grandes organizações sofrem de inércia. É necessário manter o negócio em constante movimento;
12.   Procure a água. Nunca sabe onde a água está até a encontrá-la;
13.   Gaste menos tempo num determinado plano, e envie equipas pequenas em diferentes direcções. Nada no negócio está garantido. Sucesso do passado não é a garantia de futuro. Para aprender e viver é necessário continuar a trabalhar;
14.   Procure o investimento que tragam maiores retornos. Cada minuto e cada nota gasta deverá trazer benefícios maiores que o investimento. Esteja sempre e sempre atento para conseguir melhores resultados.

Armando Fernandes
Business Coach 

segunda-feira, agosto 20, 2012

Venda – Ando à procura do conceito!



          No ultimo seminário que realizei sobre “prospecção e funil de vendas” perguntei aos formandos qual o conceito que eles tinham de Clientes.
         Depois de algum debate, concluímos que clientes são:
•       as pessoas mais importantes de qualquer empresa.
•       as pessoas que não dependem de nós, mas nós dependemos deles.
•       as pessoas que nos trazem as suas necessidades para que possamos satisfazê-las.
•       Têm quse sempre  razão???
•       a razão  de ser das empresas, afinal é através deles que se tornam possíveis o pagamento dos salários.
           De seguida coloquei  em debate o conceitos de venda.  
          Concluímos que venda  era a cedência de um produto ou serviço a um preço convencionado e que hoje a venda é um processo. Isto é um conjunto sequencial e peculiar de acções com o objectivo de atingir uma meta a troca de um bem ou serviço por dinheiro.
          Os primeiros registos da actividade de vendas datam de 4.000 anos A. C., nessa época os Sumérios passaram a entrar em contacto com outros povos para oferecer as coisas que produziam a mais e assim promover o desenvolvimento que permitiu o processo de trocas então iniciado.
           O facto é que vender foi sempre a “arte” de ajudar o outro a comprar.
Inicialmente para suprimento de necessidades.
            Hoje as vendas também estão também associadas às cadeias de valor e à virtualização de necessidades próprias de sociedades muito complexas e globais. 
           Para o aperfeiçoamento do processo de venda são usadas uma multidisciplinariedade de técnicas e análises científicas que tornam os vendedores na profissão com mais pessoas em todo o mundo.  
           Pela necessidade desse aperfeiçoamento, os vendedores são as pessoas que em todo o mundo tem mais horas de formação!

Pois vender hoje é um processo, altamente profissional, rigoroso, estruturado, e apoiado por um colectivo dotado de conhecimentos multidisciplinares e científicos, que os usam para ajudar outros a comprar!

Armando Fernandes
Business Coach

sexta-feira, agosto 17, 2012

Que tipo de empresários podem beneficiar do apoio de um Business Coach?

Que tipo de clientes procuro!

“Os empresários são como os atletas, para atingirem metas também precisam de treino” Armando Fernandes
  
Procuro empresários que queiram se transformar em verdadeiros empreendedores!
            Pessoas que criaram os seus negócios, em função de excelentes capacidades técnicas no sector da sua actividade, criaram uma empresa e sentem necessidade de
fazer mais e diferente pois estão a desviar-se da motivação que os levou a criar a empresas.
  
Procuro empresários que sentem dificuldades na gestão do seu negócio!
Dificuldades em recrutar as pessoas certas, em colocar a equipa a produzir mais ou arranjar mais clientes, ou fidelizar os que tem actualmente.

Procuro empresários que estão a perder a sua qualidade de vida por não terem tempo para nada!
Empresários que não tem férias há muito tempo, nem tem tempo para a família e hobbies. Pessoas que tem dificuldade em gerir o tempo e identificar o importante e estratégico e passam o dia acorrer a trás das urgências, Empresários que gostariam de ser empreendedores e ter liberdade em ter um negócio, em vez de uma prisão para o menter!

Procuro empresários que querem controlar a sua vida em vez de acabarem sendo controlados por esta!

Procuro empresários que compreendem que o segredo não é a alma do negócio.
Há pouco que inventar! Hoje quase tudo é copiado. Ninguém faz nada isolado! O mundo é cada vez mais rápido e o acesso a informação cada vez mais fácil e abundante. Por isso os relacionamentos são muito importantes:
·         primeiro com os clientes, e depois,
·         com e empregados,
A forma como interage com os clientes é que os leva a comprar e a fidelizar
A forma com que gere a sua equipa é que tornas a sua organização ser diferente!
O relacionamento não se copia! É único!
A forma com que gere e se relaciona com a sua equipa é que vai produzir  os resultados que quer dos seus clientes.

1.                         Se é um empresário que se enquadra naquilo que procuro e se tem vontade de mudar e fazer as coisas diferentes para obter resultados diferentes.
2.                                  Se se sente sozinho e não tem ninguém com quem possa partilhar e desenvolver as suas ideias.
3.                          Se sabe que precisa de fazer algo pensando no seu futuro e dos seus e naquilo que quer deixar de legado.
4.                               Se percebe que a ajuda de um especialista em fazer crescer negócios o pode motivar e orientar.

Lembro-lhe que o tempo é na realidade o nosso único recurso escasso.

De certeza que nessa hora levará para si e para o seu negócio pelos menos 5 ideias novas para aplicar imediatamente.

Lembro-lhe que o meu trabalho é treinar empresários a atingir mais facilmente as metas!

Armando Fernandes
Business Coach
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quinta-feira, agosto 16, 2012

Uma definição de coaching para negócios



O Coaching para negócios consiste  num  processo de acompa­nhamento à medida  de cada empreendedor, assente numa dinâmica de mudança  para o apoiar no alcance de objectivos  próprios  e colectivos.

A palavra Coach vem do inglês e significa carruagem, coche, autocarro.  Isto é algo que  transporta uma pessoa de um lugar para outro. 

A palavra Coach também significa treinador e esta analogia que podemos estabelecer pode ajudar a compreender efectivamente o significado de Coaching, que é um  processo que passa pela  tomada de consciência do empreendedor que tem necessidade de alguém que  o apoie na preparação do futuro !

Este apoio irá promover o desenvolvimento de capacidades pessoais e competências profissionais que vão ajudá-lo a construir planos de acção, apoio na sua implementação e monitorização de resultados

O Business Coach assume-se como um facilitador que de forma estruturada irá lançar desafios ao empreendedor e apoiá-lo no desenvolvimento de estratégias para tornem mais fácil, rápido e eficaz a obtenção dos resultados desejados.

Torres  Vedras, 16 de Agosto de 2012
Armando Fernandes

terça-feira, agosto 14, 2012

Reuniões e Gestão de atividades no Tempo

Participo em muitas reuniões e verifico que há algumas são muito produtivas outras são uma grande seca.

Há reuniões que uma perda de tempo, outras que saímos iludidos, no entanto há algumas reuniões onde conseguimos atingir os nossos objectivos.

Num pequeno inquérito que realizei a 23 clientes que participaram nos meus seminários sobre gestão de reuniões retirei os seguintes resultados:

  • 62% das reuniões eram improdutivas;
  • 38% das reuniões realizadas não eram necessárias;
  • 72% dar reuniões duravam muito mais que o tempo necessário;
  • 48% do tempo dos Gerentes e Directores eram usados em reuniões;
  • 82% Nunca tinham efectuado o cálculo do preço de uma reunião;

Pensando na informação de que 48% do tempo de um Gerente é dedicado a reuniões e de que 62% das reuniões eram improdutivas. Efectuei os seguintes cálculos:

  • Para 40 horas de trabalho semanal
  • Se for ocupado 48% do tempo em reuniões, semanalmente um Gerente ocupará 19h12m em reuniões.
  • Se 38% das reuniões realizadas não eram necessárias, quer dizer que são dedicadas 7h17m por semana em reuniões que podiam ser evitadas. Isto é um dia por semana.
  • Se 62% destas 19h12m são improdutivos, correspondem a 10h54m por semana em “trabalhar para o boneco”. Este valor vezes 48 semanas de trabalho correspondem a cerca de 523 horas por ano, representando 63,4 dias úteis por ano.

CONCLUSÃO DESTES CALCULOS


UM DIA POR SEMANA A FAZER REUNIÕES DESNECESSÁRIAS!


QUASE 3 MESES POR ANO A FAZER REUNIÕES IMPRODUTIVAS!


Por isso adquirir competências sobre gestão de reuniões é demasiado importante para os nossos resultados como empreendedores.
  • Saber organizar uma reunião!
  • Saber criar e dominar um grupo e a sua dinâmica!
  • Saber criar regras de conduta para a reunião!
  • Saber comunicar com as pessoas presentes na reunião!
  • Saber controlar o tempo da reunião!
  • Saber efectuar reuniões proveitosas!